A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas empresas. Ferramentas de geração de conteúdo, análise de dados, atendimento, recrutamento e automação criam novas possibilidades de uso e, junto com elas, novas questões jurídicas.
Privacidade, segurança da informação, propriedade intelectual, vieses, transparência e confiabilidade dos resultados são alguns dos temas que passam a exigir atenção. Quando essas orientações precisam chegar a diferentes áreas e perfis profissionais, surge também um desafio de comunicação: organizar o conhecimento jurídico de forma clara, acessível e fácil de consultar.
Foi nesse contexto que o Prado Vidigal desenvolveu uma cartilha sobre inteligência artificial para a Ipiranga, com aplicação de Visual Law pelo Vitta.

Da inteligência artificial às boas práticas do dia a dia
A cartilha foi estruturada para apresentar o tema de forma clara e orientar o leitor sobre o uso responsável da inteligência artificial nas empresas. Ao reunir conceitos, riscos e boas práticas, o material ajuda a transformar questões jurídicas complexas em referências mais acessíveis para o dia a dia.
O material aborda, entre outros exemplos, o compartilhamento de informações confidenciais com ferramentas de IA, a possibilidade de geração de informações incorretas ou fictícias, resultados enviesados, questões de segurança e o uso de conteúdos protegidos por direitos de propriedade intelectual. Esse contexto ajuda o leitor a reconhecer onde uma orientação jurídica pode aparecer na prática.
A cartilha também apresenta casos, exemplos e blocos de atenção ao longo da leitura, criando diferentes camadas de informação para quem precisa compreender o tema ou consultar uma orientação específica.

Quando a orientação jurídica precisa circular dentro do cliente
Esse projeto também apresenta uma oportunidade relevante para escritórios de advocacia.
Pareceres, políticas, manuais, cartilhas, treinamentos e outros materiais jurídicos frequentemente precisam alcançar pessoas que estão fora do departamento jurídico. Nesses casos, a entrega do escritório continua sendo utilizada depois que chega ao cliente.
Uma orientação pode precisar ser compartilhada com Recursos Humanos, Tecnologia, Marketing, Comercial, Segurança da Informação ou outras áreas. Quanto maior esse alcance, mais importante se torna pensar em como diferentes públicos vão acessar e compreender aquele conhecimento. O Visual Law permite incorporar essa preocupação à própria entrega jurídica.
Para empresas, materiais desse tipo podem contribuir para disseminar referências comuns sobre o uso responsável de novas tecnologias.
Para escritórios, existe também uma oportunidade de ampliar a experiência oferecida ao cliente, entregando conhecimento especializado em formatos preparados para circular dentro da organização.

Visual Law como diferencial na entrega dos escritórios
A relação entre escritório e cliente envolve também a forma como o conhecimento jurídico é transferido. Quando uma orientação precisa alcançar diferentes pessoas, clareza, estrutura e usabilidade passam a influenciar o valor daquela entrega no cotidiano da organização.
O case do Prado Vidigal para a Ipiranga mostra uma aplicação possível dessa lógica: combinar conhecimento jurídico sobre um tema complexo com design da informação para criar um material que possa servir como referência interna sobre inteligência artificial.
No Vitta, ajudamos escritórios a transformar conteúdos jurídicos complexos em materiais pensados para seus clientes e para os públicos que precisarão utilizar essas informações.